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quarta-feira, setembro 11, 2013

Cinema & Pipoca: A Datilógrafa – Populaire


Bonjour!
Consegui separar um tempo para fazer resenha bem bacana sobre um dos vários filmes que andei assistindo. Dei a louca! Comprei, aluguei, copiei… Fiz uma pilha de filmes para assistir. Estou indo muito bem.
O filme de hoje, precisei assistir uma única vez para favoritá-lo.
Vocês estão cansados de saber sobre o “meu pé na França”. Falo muito sobre isso no "Ponto da Lira". Sempre acho que nasci na época e país errado. Mas, tudo em seu tempo! Talvez, meu futuro esteja logo ali, sob o céu de Paris.
Terra.
Como estava dizendo, o filme que vim resenhar e indicar a vocês, tornou-se um de meus favoritos por vários motivos. Vamos por partes.
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Sobre o filme:
“A datilógrafa” (originalmente chamado de Populaire), é uma produção de Paris Filmes, com a direção de Régis Roinsard. Trata-se de uma comédia com toques muito leves e delicados de muito amor. Uma trama típica da bela França! 

A história, em sua maioria, passa-se na França (nada de novidades, ok). O figurino, trilhas sonoras e todo roteiro, também remetem a década de 1950 à 1960.
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Release:
Aos 21 anos de idade, Rose Pamphule mora com seu pai e estar prestes a casar com o pacífico filho de um garagista. Ela poderia virar uma dona de casa, mas a jovem tem planos mais ambiciosos. Ela sai de sua cidade e tenta um emprego de datilógrafa no escritório de seguros de Louis. Mesmo se suas habilidades como secretária são fraquíssimas, o homem fica impressionado com a velocidade com a qual Rose consegue digitar. Logo o espírito competidor de Louis se desperta: ele decide aceitar Rose como sua secretária, contanto que ela treine para participar da competição de datilógrafa mais rápida do país.
Os personagens:


Um oposto equilibrado em sal e açúcar.


Ele:

Louis se faz de durão, mas não passa de um coração mole! Seu maior prazer está em desafiar-se e ajudar aos que pode ajudar. Pra ele, a única coisa que ele faz na vida é ajudar pessoas, jamais poderá salvá-las. Um homem respeitador, perfeccionista, e como todo bom chefe, é observador e exigente. Um coração ferido, naturalmente, se fecha. O sal da história.
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Ela:

Um pouco egoísta, igual Louis. Admirada pelo novo, e determinada a viver uma nova vida, não pensa duas vezes em deixar tudo para trás e correr atrás de seus sonhos. Mesmo que para isso, se sujeite a algumas humilhações desmerecidas. Uma menina-mulher (ou seria uma mulher-menina?) destemida, e ao mesmo tempo, sensível, meiga, ágil. Seu maior defeito? Ser desastrada ao seu limite. Mas isso é logo esquecido quando Rose está diante de uma máquina de escrever. Rápida e atenta aos minuciosos detalhes, Rose não deixa nem um ponto ou virgula ficar para trás. O açúcar da história.
MADEMOISELLE POPULAIRE
Minha opinião sobre o filme:
Favoritei sem pensar. Começo criticando a fotografia do filme. Para ser verdadeira, não sou muito fã das fotografias das produções de Paris Filmes, ou sou. Ainda não sei. Eu e essas minhas relações de amor e ódio com as coisas. Mas, o que eles não dedicam em fotografia, dedicam em roteiro, trilha sonora, figurino… Ah, que filme doce! Doce e encantador.  Fico deslumbrada quando os diretores conseguem criar um roteiro simples, com diálogos simples, e ao mesmo tempo envolventes – quase que inesquecíveis. As atuações foram maravilhosas, mas, Déborah François está brilhante. Ela conseguiu mesclar os trejeitos de “Rose”, com uma pitadinha de “bonequinha de luxo”. A personagem é inspiradora, apaixonante, cativante. E os dois juntos, ficaram perfeitos. Eu super indico!
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Onde encontrei:


Encontrei na locadora. Mas, acredito que esteja disponível para download. Vale a pena!
NOTAS FINAIS:
Roteiro: 10,0
Atuações: 9,5
Trilhas sonoras: 8,5
Fotografia: 6,0
Figurinos: 9,0
Cenários: 8,5
Comentário final: Um filme para assistir com seu companheiro (a), seu melhor amigo (a), ou sozinha (o) mesmo. Não indicaria para crianças (tem cigarro, e uma única cena mais picantezinha. Fora isso, é super tranquilo e saudável. Sou das antigas). E se você estiver de mau-humor, eis uma boa opção para sentir-se bem. Beijo & queijo!
Thaís Lira